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Flow in the Emptiness


Não deve ser fácil dissertar sobre o Vazio, cá vou eu..
Vazio será onde nos sentimos em perfeita comunhão com a nossa Essência. Esvaziar, para tudo Ser.
Caminhos à parte, a verdade é que todas as respostas estão dentro de nós, não estão fora, não estão nos outros. Esta afirmação faz cada vez mais sentido para mim.

Claro que para nós, seres habituados ao lixo e confusão mentais, é difícil aceitar o vazio, ou até mesmo imaginá-lo a acontecer em nós. “Vazio é pouco demais.” Depois da aceitação de que (n)o Vazio Tudo É, há toda uma práctica. Claro que a mente tem de ser preparada, ginasticada, aprimorada através da meditação. No fundo, o que a meditação faz é um regresso à nossa Casa, Essência Primordial, um contacto com nós mesmos, que é a verdade mais absoluta.

“A finalidade da meditação é despertar em nós a natureza, “semelhante ao céu”, da nossa mente, para conhecermos aquilo que realmente somos, a nossa consciencia pura e imutável e subjacente à totalidade da vida e da morte.(…)”  ~ V. S. Rimpoche, O Livro Tibetano da Vida e da Morte

Com a meditação, em Nós reconhecemos o Silêncio irrefutável da nossa Natureza, um ponto de Luz que é Alma, Consciência silenciosa que vibra apenas e emite luz. É Silêncio. Aí nesse estágio fica mais fácil entrar o Vazio. E aí fica mais fácil fluir..nesse Vazio, livre de pensamentos, emoções, lembranças e projecções para o futuro.
E no Vazio tudo É porque nele nos (re)encontramos na plenitude do nosso Ser, silenciosos e livres.

 

“The Silence you experience between each tought is your own fullness, the same fullness that is pure Consciousness.”

M.S.

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