Joy yourself

Don´t wait for someone to make you feel good.
Be yourself that moment, that flash of Joy.

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Cura

Carta da Cura

 

Ontem ao deitar-me olhei para os livros que tenho à cabeceira e lembrei-me que já à algum tempo não tirava uma Carta dos Anjos. Senti natural vontade de o fazer e assim foi. Como ontem foi mais um dia de prova relativamente à minha condição de saúde no presente, automaticamente pensei numa pergunta relacionada com. Formulei uma pergunta geral e a carta que saiu, entre 49 possíveis cartas foi a *Carta da Cura* que assim diz:

“Pára, medita, reflecte, põe a tua mente em silêncio, deixa a energia fluir por todo o teu corpo, sente como percorre os teus orgãos, músculos e ossos. Se vês uma obstrução, averigua o que se passa com as tuas ideias ou emoções que estão a obstruir uma parte da tua energia. Pára os pensamentos como um hábito benéfico e necessário para a tua saúde. Existem muitas formas de fazê-lo, procura a técnica que te pareça melhor e onde te sintas mais cómodo. Aprende com a tua dor. Atreve-te a ser o teu melhor médico, corrigindo as causas desaparecerá assim o seu reflexo físico e este não será um impedimento no teu caminho. Lembra-te: “Mens sana in corpore sano.

(…) Habitua-te a estar atento, a ser consciente acerca do que pensas, desejas e fazes em cada momento, observando as reacções que se reflectem através do teu corpo; assim poderás corrigi-las facilmente e a tua energia fluirá correctamente.”

*****

Quando olhei para esta carta, não pude deixar de, uma vez mais acreditar na Magia da Vida e de como ela nos sabe tão sabiamente dar as mensagens de que nós necessitamos no momento. O Universo é Sábio! Claro que para mim esta carta tem um grande significado e importância, mas na verdade ela pode ser dirigida a qualquer pessoa.  Todos nós temos algo para sarar dentro de nós, alguma dor para aliviar (mental ou física, estão ligadas), algo para transmutar. Todos nós devemos e podemos experimentar o processo de Cura natural, seja ele como for, seja o que para cada um fizer mais sentido. E uma vez mais, esta Carta vai de encontro a dois pontos que estão muitos presentes na minha vida: a Meditação, como regresso à minha essência, como caminho que abro para me recordar de quem sou; e a Cura, que é um processo constante em mim. MetAmorfose.

*****

“A Cura não está fora; está e sempre esteve dentro de ti, porque, enquanto Espírito, enquanto matriz perfeita, não podes adoecer.”
~ Vitorino de Sousa, Manual da Leveza ~

Vipassana – A Experiência

Estou de volta do Vipassana. Durante 10 dias estive desconectada do mundo real, vivendo em nobre silêncio e sem qualquer tipo de contacto físico, entre mulheres (os homens estavam do outro lado), sem qualquer estímulo exterior a mim mesma, fazendo do dia uma meditação quase constante, apenas com pausas para comer (perqueno-almoço, almoço e lanche muito leve, sem jantar) e dormir 6 horas por dia. Se foi duro? Claro que foi, e é bom termos consciência de que não é prova fácil antes de embarcar nesta experiencia única, rica e transformadora.

“Vipassana é das mais antigas técnicas de meditação da Índia. Perdida há muito da humanidade, foi redescoberta por Gautama, o Buda, há mais de 2500 anos. Vipassana significa “ver as coisas como realmente são”. É o processo da auto-purificação através da auto-observação. Inicia-se observando a respiração natural, com o objectivo de concentrar a mente. Com a plena atenção aguçada, segue-se a observação da natureza mutável do corpo e da mente e experimentam-se as verdades universais da impermanência, do sofrimento e da ausência do ego. Esta realização da verdade através da experiencia directa é o processo de purificação. Todo o caminho (Dhamma) é um remédio universal para problemas universais e não tem nada que ver com qualquer religião organizada ou sectarismo. Por esta razão, pode ser praticado livremente por todos em qualquer lugar ou qualquer momento, sem criar conflitos devido à raça, comunidade ou religião a que se pertença, sendo igualmente benéfico para um e para todos.”  (texto retirado do folheto dado à entrada do curso)

Chegada no dia 23, breve contacto com os outros alunos, reconhecimento da nossa casa nos próximos 10 dias (Monte Mariposa, lugar mágico no meio da Natureza) e do quarto, escolhido pela organização do curso (eu fiquei num quarto partilhado com mais duas raparigas dentro do edifício principal) e nesse mesmo dia o voto de silêncio começa. A separação dos homens e das mulheres, os abraços de quem se conhecia e votos de uma boa viagem. Começa também o curso propriamente dito, a primeira aula teórica na sala comum de meditação (único local onde homens e mulheres se encontram, mas onde nem os olhares se cruzam) e também a primeira prática de meditação. Nesse mesmo dia, deitar por volta das 21:30 (acho que só consegui adormecer por volta da 1:00), para acordar no dia seguinte às 4:00 com um persistente gongo que ia percorrendo todo o espaço até todos estarem acordados. E assim foi durante 10 dias. Claro que ao 3º dia este ritmo já estava mais do que adquirido.

O 1º dia correu tranquilamente, foi apenas difícil manter-me acordada e ainda cheguei a beber umas chávenas de mistura de chicória com café. Depois até a isso renunciei, pensando que não fazia sentido, e muito menos ali, voltar a depender de café , hábito que já deixei há quase 2 anos. Na noite do 1º dia também não dormi nada bem, começando a sentir os primeiros efeitos de todos o processo que já começava a acontecer. Turbilhão de pensamentos começava a vir ao de cima…

Ao final do 2º dia  lembro-me de ter pensado com o cair da noite: “O que é que eu estou aqui a fazer?”. Começava a sentir as primeiras dores físicas, que me assustaram. Apesar de saber desde sempre que a minha condição física poderia dificultar a minha experiência em Vipassana, só depois de experienciar estar sentada horas a fio em posição de meditação tive realmente essa noção. Essa dolorosa sensação física, misturada com outros pensamentos que me ocorriam em catadupa, levavam-me a pensar que queria sair dali e que poderia não aguentar viver naquele registo durante os 8 dias que ainda faltavam. Mais tarde entendi que era a voz da mente, a mente a tentar tirar-me dali…A noite trouxe-me sonhos, e de manhã uma boa sensação. A minha intuição dizia-me que ali estava a voltar a mim, a reencontrar-me. E aí tive a certeza que não só não ia fugir, como aquela era uma experiência para viver a fundo, para me entregar, sem amarras e sem medos.

O 3º dia passou, e foram-nos dadas novas instruções: 3 horas por dia, em 3 momentos diferentes teríamos de nos “sentar com forte determinação”, meditar sem abrir os olhos, mexer as pernas e as mãos. Pareceu-me difícil, mas uma vez mais só a experiência mostrou a real dificuldade. Seguindo em frente no desafio, no 4º dia acordei com o joelho direito inchado e com dores, e de novo me preocupei. Pedi para falar com os professores assistentes nas entrevistas do meio-dia. Com toda a compreensão, eles autorizaram-me a meditar em alguns momentos de maior aflição de pernas esticadas e enconstada à parede, excepto nas tais 3 horas diárias de “sentar com firme determinação”. Agradeci e retirei-me. Fico feliz comigo por nunca ter necessitado de o fazer, deduzo com isso que consegui ultrapassar mais um limite que a mente me tentava colocar. De facto, no dia seguinte, o joelho já não estava inchado e a dor tinha passado. Naqueles dias aprendi a conversar com a sensação de dor, como sendo também ela Anicca – impermanência, e para sempre guardarei essa aprendizagem.

Todos os dias tiveram momentos muito bons e outros menos bons, e a aprendizagem começa logo aí. Aquilo que nos é pedido por S. N. Goenka (professor e difusor da meditação Vipassana em todo o mundo) é para não nos deixarmos levar pela qualidade de cada momento. No início, e à medida que ia meditando ao longo das 10 horas diárias, por vezes sentia-me em grande êxtase porque sentia sensações subtis ou grosseiras no corpo e ainda assim conseguia manter a equanimidade da mente; outras era capaz de passar 1 hora e perder-me completamente em devaneios mentais sem conseguir fazer os exercícios, e sentia-me frustrada. Com o passar do tempo e a aprendizagem intensa e directa, apercebi-me que é fundamental manter o equilíbrio, não nos deixando levar quer pela cobiça das boas sensações subtis, quer pela aversão a sensações mais grosseiras. E se por vezes a mente nos assalta com pensamentos, é importante manter o sorriso, aceitar e começar de novo: desta vez assim foi, para a próxima será diferente. Anicca..anicca..anicca. Claro que não o consegui sempre, mas o balanço é muito positivo. Como tudo, um processo gradual.

Mas não só na sala de meditação se vivem desafios. Na rotina do dia-a-dia, e devido ao silêncio e distanciamento físico que tínhamos também de experienciar, vivi bizarros momentos, no entanto necessários. Eu, habituada a sorrir para todos, pela primeira vez na vida não o podia fazer. Especialmente sensível com todo o processo, às vezes parecia-me tudo demasiado frio, algumas mulheres que ali estavam chegavam a parecer de comportamento hostil, observando-se umas às outras dos pés à cabeça com olhares fulminantes e isso foi muito difícil para mim no início. Por outro lado, também desenvolvi trocas energéticas muito positivas com outras, que se pareciam mais comigo e isso ajudou-me em certas alturas. É incrível sentir apenas o poder da presença e de como essa simples presença interfere connosco. No entanto, o objectivo não era esse e de muito me valeram as palavras da Manuela, a nossa responsável e a única pessoa com quem podíamos falar caso houvesse alguma situação que levasse a essa necessidade, mulher de meia idade já com 10 Vipassanas em cima. Um dia, ela percebeu a minha curiosidade pelos outros e relembrou-me que aquela era a minha Viagem. A partir daí procurei sempre a solidão tão ricamente preenchida, e também nas alturas em que poderia estar acompanhada pela presença das outras mulheres, me entregava a mim e à minha viagem. Apesar de ter interiorizado que estávamos todas no mesmo barco, eu optava sempre por me afastar mesmo nos momentos de “reunião” para comer no refeitório. Como estiveram sempre dias óptimos de Primavera excepto nos últimos 2 dias, a minha mesa de refeição passou a ser a erva do Monte Mariposa e a minha companhia o Sol, as formigas e os aromas que sentia melhor do que nunca. E que bom que foi poder fazer pique-nique todos os dias!

A partir do 5º/6º dia senti-me bem mais tranquila. Já dormia melhor e acordava com muita vontade de meditar. De facto, mesmo nas horas que podíamos meditar no quarto de forma mais descontraída, eu quase sempre optava por ficar na sala de meditação. Sentia que ali ficava mais concentrada, alerta e tirava mais partido da prática. No quarto havia o risco de querer descansar um pouco o corpo e adormecer, e se há coisa que é necessário em Vipassana é disciplina. No entanto, nas horas de “sentar com forte determinação” nem sempre o consegui fazer da forma que era pedido, e mexia nunca os olhos ou as mãos, mas as pernas. Nunca nada me foi dito em relação a isso, nem a mim nem a ninguém, por isso não há motivos para se pensar que alguém está ali para se torturar.
No penúltimo dia, durante o discurso, Goenka disse-nos que no último dia iríamos receber um bálsamo para a operação na mente. Um bálsamo que nos iria acalmar, e proporcionar-nos uma energia de Amor em nós e ao nosso redor, para que pudessemos voltar em harmonia ao contacto com os outros e o mundo exterior. Nesse dia, a seguir à meditação, o voto de silêncio seria quebrado, mas antes praticaríamos Metta – momento de relaxamento final a seguir à prática de Vipassana, em que preenchemos a mente com pensamentos e sentimentos de boa vontade por todos os seres. Esse momento foi lindo, maravilhoso. A sala ficou repleta de cânticos, de energia muito bonita e subtil. Metta é simultaneamente momento de harmonizar e de desejar libertação, paz e felicidade a todos os seres visíveis e invisíveis, humanos e não humanos.  “Que todos os seres sejam felizes, estejam em paz e sejam libertos. Bhavatu Sabba Marigalam“.
Uma energia de Amor transbordava de mim e de todos os que ali estavam. 80 pessoas a vibrar de Amor e Harmonia no final do curso, em Metta. Nesse momento, deitei uma lágrima de felicidade. Uma felicidade plena de quem se sente infinitamente grata por de alguma forma ter chegado ali e ter vivido tal experiência. As pessoas começaram a sair da sala e lá fora começava a ouvir-se um burburinho gradual que anunciava o fim do voto de silêncio. Eu não queria que acabasse. Fiquei na sala de meditação até me sentir preparada para me encontrar com os outros. Agradeci, ajoelhei-me quase em posição de prece, deitei mais uma lágrima com um sorriso no rosto, repousei a cabeça para a frente e assim me deixei ficar por um tempo. Difícil entrar, mais difícil sair pensava eu. Mas, com a compreensão de Anicca, entendi que o momento de partilha daquela intensa viagem tinha chegado e que era tempo de me juntar à tribo, e voltar a comunicar com o mundo. Saí da sala e aquele mundo silencioso tinha voltado ao que era 10 dias antes, desta vez com pessoas diferentes, que se abraçavam, sorriam e partilhavam momentos. Eu apenas observava e sorria…As primeiras palavras custaram a sair e levei ainda algum tempo a ter realmente vontade de me expressar verbalmente. Mas tudo a seu tempo. Os últimos 2 dias de Vipassana foram de trovoadas e chuva, tudo estava a ser limpo e até o Universo estava a conspirar nesse sentido.

Ontem, quando saímos do Monte Mariposa, avistámos um arco-íris enorme, de listas grossas e cores bem vivas. Lindo e um momento muito mágico também! :)

Com Vipassana, e como disse Goenka num dos primeiros discursos (todos os dias ouvíamos um discurso no final de cada jornada), somos submetidos a uma intervenção cirúrgica à mente muito poderosa. Aprendemos a concentrar a mente, a mexer nas suas profundezas e a experienciar Anicca (a impermanência, uma das características dos fenómenos) e a lidar com essa mesma impermanência. No fundo, a impermanência da Vida, em que tudo vem e tudo vai, e tudo é mutável em todos os momentos. A grande aprendizagem que é também verdade universal é manter o equilíbrio da mente, e ver-nos livres do apego, da cobiça e da aversão, ainda que observemos em todos os momentos vários tipos de sensações mutáveis no corpo, na mente e na Vida, porque esses são fenómenos incontestáveis e que fazem parte da nossa condição. Reagir a eles é o que nos magoa, o que nos causa sofrimento. Aprendemos com Vipassana a observar apenas e a não reagir, e é maravilhosa a simplicidade do caminho, com ferramentas à mão de qualquer um de nós.

Para mim, ter-me proposto a Vipassana e ter conseguido viver estes 10 dias em retiro e manter-me equilibrada mental e fisicamente foi muito bom. Comecei a escrever este texto porque há coisas que não quero esquecer, se bem que sei que há momentos que ainda estão por aparecer na minha lembrança. A forma em que assimilo a informação vai continuar a chegar, sei que há muita coisa que ainda está para vir, principalmente com a continuidade da prática. Não tenho pressa, mas sinto que a semente foi lançada. E principalmente porque Vipassana pode ser praticada por todos, sem quaisquer condicionamentos, será uma aprendizagem que estará comigo para sempre, e uma ferramenta que me possibilita a mim, e a todos os que também experienciem, uma arte de viver. Aconselho-vos a fazerem um curso de 10 dias.

É pleno o que sinto. A vontade de alcançar uma mente mais pura é cada vez maior. A vontade de viver em amor, pureza e harmonia comigo e com os outros está muito presente, ainda mais agora, e sei que essa tarefa está agora mais facilitada.

 

Bhavatu Sabba Marigalam
(Que todos os seres sejam felizes)

:)


Amor Incondicional – A Chave

A solução para todos os problemas da humanidade é o Amor Incondicional. O amor é a energia mais poderosa do Universo. Amem o seu inimigo, amem seus maiores problemas, amem suas doenças como o princípio da cura, tratem todas as situações em suas vidas com carinho e cuidados verdadeiros, as soluções serão maravilhosas, amem a tudo e ao que aconteça a vocês e vocês assim descobrirão o Amor Incondicional. Jesus foi nosso maior exemplo deste tipo de amor !
O amor incondicional é evolução, é despreendimento, é verdade e vida, o mais importante ponto neste momento ou em qualquer momento, pois é o objetivo fundamental da nossa existência.
É o estado supremo que vocês podem alcançar em seu corpo, o qual está agora mudando enquanto vocês largam toda a sua bagagem e determinam o que vocês precisam para fazerem as coisas certas.

Realmente, é um sentimento visceral que devemos buscar, um conhecimento interior do que se sente e se doa. Em outras palavras, uma vez que vocês amem tudo que é, então vocês se tornam Tudo O Que É!
Enquanto a energia se eleva, vocês começam a sentir estas partes invisíveis de vocês, que agora vibram com uma energia palpável no ar.
Então a informação que estão recebendo, e devem se acostumar, chega frequentemente a vocês como um sabor de emoção. Seu corpo físico reage de algum tipo, sentindo-se calmo e pacífico, é a sua conexão com as energias corretas de todos os Universos.
É uma vibração, como um padrão de onda, que poderia ser medido, se criassem máquinas com um alcance muito mais elevado. Vocês são criaturas de matéria vibratória, sua dimensão inteira é mantida na densidade, limitando a quantidade de Toda a Energia Consciente, que chega ao planeta. Esta parte do plano está terminando, amados, e é tempo de vocês se lembrarem quem realmente são. Somos espíritos imortais na essência !
Se vocês convertessem todas as formas de vida as suas menores partículas possíveis de matéria, estas partículas estariam dançando em um padrão de onda específico de freqüência de luz.
Quando a física quântica finalmente se fundir com a metafísica e vocês associarem o seu conhecimento, vocês finalmente encontrarão a prova de que Deus existe. Ou melhor, que uma “rede” de energia cósmica, forma a tapeçaria de toda a vida, que está em tudo o que existe..somos partes de um todo, somos importantes da forma como somos.

Vocês veem Tudo O Que É? Vocês são parte deste entrelaçado cósmico, vocês estão todos atados, de modo que seja o que acontecer a um afeta ao todo. Embora o mundo pareça tão imenso pra vocês, ele é apenas uma dimensão da realidade.
Enquanto se elevam para esta energia crescente de Deus, a próxima dimensão pressiona seus limites, para baixo e para cima de vocês enquanto vocês se aproximam mais desta nova realidade, a realidade que irá se estabelecer em todos nós e em nosso planeta Terra.
As dimensões são realmente cordas separadas de freqüência, e estão separadas pelas breves “zonas nulas”, para evitar atrito e sofrimento de uma corda para a seguinte.
Este é o breve vazio de não energia que vocês estão sentindo…Vocês, sem dúvida, se sentem como se estivessem presos em uma bolha e desesperadamente precisassem que ela se arrebente. E Isto acontecerá, em breve.
Vocês sentem agora em seus meridianos muita pressão, enquanto se ligam as suas auras e sentem os seus meridianos energéticos internos. Antes, vocês estavam entorpecidos a isto.
Agora vocês estão percebendo, quanta bagagem vocês realmente têm que desembaraçar!

Mais uma vez, o que isto tem a ver com o amor incondicional? E eu te digo: Improvise-o até que o façam. Ou seja, comece a exercitá-lo de alguma maneira ainda que não espontâneo de imediato, desapegando-se. “Aspirem ao que vocês desejam se tornar”. Tenham em mente a aspiração de serem almas nobres em comunhão com todos os ensinamentos de Jesus, lembrem de seus passos e palavras, isto não é religião, isto é evolução individual e que afeta à todos, sua mudança é a mudança de muitos !
É uma questão de elevarem a sua consciência, elevarem a sua freqüência física ao nível de amarem todas as coisas igualmente. Isto é alcançar a auto-realização.

Não é um tempo maravilhoso para estarem vivos agora? Vocês podem não sentir desta maneira, enquanto o tempo se comprime e a vida fica mais intensa, mais drástica, e as suas lições talvez mais dramáticas. É passageira a dor, são sinais..são necessidades físicas e frequenciais do Todo para que a Paz se estabeleça em definitivo, mais uma vez; não é religião, é fato, é ciência perfeita em curso..
Vocês estão sendo solicitados a mudar, a ligarem-se as novas energias, apenas pela virtude de estarem aqui agora, neste período de tempo atual de aceleração pós-milênio.
Vocês percebem, amados, que vocês estão mudando primeiro? Vocês da primeira onda que permaneceram a bordo do Planeta Terra, estão fazendo o trabalho e clarificando, a fim de trabalharem melhor com os outros quando as massas começarem a mudar. Vocês estão mudando para uma consciência de serem um ser energético, não apenas um ser físico!
Aqueles que estão aplicando as suas modalidades para o sistema de limpeza do corpo, finalmente começarão a ver os resultados!
As pessoas estão sentindo a energia, e estão começando a acreditar na possibilidade de que qualquer coisa é possível. E lembrem-se, quando vocês aplicam as Leis Divinas da Criação com o seu desejo de criar o seu potencial futuro, vocês estão afetando a matéria em torno de vocês ao nível de freqüência!
A vibração é a forma verdadeira de toda a vida, tudo é energia. Quando vocês começarem a expandir a sua consciência de estar nas novas energias, Vocês sentirão a sua aura mais e mais.
Vocês se tornarão, vagarosamente, ligados ao seu cérebro direito, que por sua vez, se conecta com a sua aura do modo que… o seu cérebro esquerdo está conectado… a consciência do seu corpo.
A Ciência e a Espiritualidade, a Física e a Metafísica, o cérebro direito e o cérebro esquerdo, todos devem se purificar, reequilibrando-se, e religando-se para funcionarem juntos.
No seu caminho pessoal para a ascensão, é necessário dar este passo de cura crucial de assimilação total.
As sociedades em volta do mundo, todas devem purificar-se, reequilibrar-se, e religar-se para trabalharem juntas. Isto deve ocorrer em todos os níveis, em cada nível de sua consciência física para a sua consciência espiritual, que os liga `a sua consciência planetária.

Vocês foram designados para sentir a Mãe Terra, pois vocês pretendiam ser seus zeladores. Há um velho provérbio, que diz se levar 30 dias para fazer ou interromper um hábito? Façam do amor incondicional um hábito para sempre, conscientemente, escolham o Amor!
Não importa o que aconteça ao redor de vocês, isto não alcança a sua essência interior, isto não os afeta negativamente. E por quê? Porque o Amor e o Medo não podem co-existir no mesmo espaço, ao mesmo tempo. Em outras palavras, vocês não podem manter um pensamento de raiva e um pensamento amoroso ao mesmo tempo.
Vocês não podem fisicamente manter a raiva e o amor ao mesmo tempo, porque eles são freqüências diferentes na escala móvel das emoções (lembram-se? Tudo é freqüência e vibração ). O Amor está 50% acima da escala, e o medo reside abaixo da metade da escala de freqüência.
E eis aqui a parte que vcs não sabem : o Amor e o Medo se cancelam reciprocamente… Então, entendam, se vocês se mantêm escolhendo as freqüências emocionais mais elevadas, sua raiva se dissipa e se dissolve. Com a expansão da consciência vocês teem a oportunidade de acordarem, perceberem que o seu mundo é temporário, e que vocês são na verdade, Espíritos Eternos encarnados num corpo biológico.

Cada vez que vocês manifestam a ternura e a sabedoria do Eu Superior, vocês resplandecem uma luz brilhante na grade planetária. E neste momento a grade brilha intensamente! Observem com é importante um círculo de energia, da freqüência amorosa do Espírito que envolve todo o nosso planeta!
Se vocês soubessem como é grande a diferença que vocês realmente fazem. Quanto mais e em maior número de vocês Trabalhadores da Luz fizerem o trabalho….mais graciosa será a transição final para o esplendor total da 5D. E lá vocês encontrarão a energia de freqüência de Tudo O Que É. E nossos irmãos os aguardam impacientemente lá, com uma magnífica celebração preparada para a sua volta ao Lar!
Vocês estão mudando o paradigma humano, a consciência humana global, e a realidade futura da Terra.
Nos próximos anos, a assinatura energética humana mudará intensamente. Isto é o que transmite a sua presença para outras formas de vida em todos os vários planos da realidade. Vocês pensavam que estavam sozinhos? Que somente um planeta no vasto cosmos de Todos os Universos poderiam sustentar a vida? Vocês deverão mudar a sua forma energética para equipararem-se à nova dimensão, a fim de entrarem nela! E o corpo deve estar purificado e equilibrado, a fim de vocês serem capazes de fazer esta jornada, e sobrevivê-la.

Então, quando nossos irmãos dizem, vocês devem clarificar-se e curar-se em todos os níveis, antes de poderem fundir todos os seus aspectos para um ser superior, eles não estão brincando meus amados!
Vocês devem preparar o seu veículo, a fim de alcançarem o seu destino. O caminho acima é o caminho interior, e eles oferecem a ajuda a vocês.

Quando iniciarem uma sessão de cura, lembrem-se de invocar à Deus e de nosso irmãos maiores !
Então, falem alto, fale a seus irmãos maiores de suas dores e sofrimentos…e o que desejam curar e liberar. Eles trabalham em todos os níveis, e há sempre purificação emocional, mental e espiritual que apóia também o trabalho físico. Mas vocês não precisam se preocupar acerca destes níveis, somente falem do que vocês sentem se movendo em seu corpo. Digam a eles que sensações vocês sentem, onde a dor fica presa, o que sentem de errado.
Vocês se expandirão para uma consciência da presença desses irmãos que fará com que vocês finalmente acreditem no seu âmago no amor incondicional.
Eles olham pra vocês e se deslumbram com as maravilhas que a Criação originou.
Quando vocês retornam para a Realidade maior, vocês são Irmãos, vocês são Anjos, vocês são os Guerreiros da Luz e Vocês são muito reverenciados pelo seu serviço, sua coragem, sua força e sua tenacidade.

Esta época de Transformação, de Retorno… é fundamental para o Plano Divino, e assim são vocês também fundamentais.

Sintam a presença de Deus mover-se dentro de vocês. Encontrem o amor interiormente. Encontrem a paz. Amem “apesar de” e não “por causa de”, e assim irão exercitar o amor incondicional que nada espera apenas ama.
Lembremos das palavras do nosso Mestre Maior: Ama teu próximo com a ti mesmo.

Miguel Galli

Terence McKenna – A New Beginning

Flow in the Emptiness


Não deve ser fácil dissertar sobre o Vazio, cá vou eu..
Vazio será onde nos sentimos em perfeita comunhão com a nossa Essência. Esvaziar, para tudo Ser.
Caminhos à parte, a verdade é que todas as respostas estão dentro de nós, não estão fora, não estão nos outros. Esta afirmação faz cada vez mais sentido para mim.

Claro que para nós, seres habituados ao lixo e confusão mentais, é difícil aceitar o vazio, ou até mesmo imaginá-lo a acontecer em nós. “Vazio é pouco demais.” Depois da aceitação de que (n)o Vazio Tudo É, há toda uma práctica. Claro que a mente tem de ser preparada, ginasticada, aprimorada através da meditação. No fundo, o que a meditação faz é um regresso à nossa Casa, Essência Primordial, um contacto com nós mesmos, que é a verdade mais absoluta.

“A finalidade da meditação é despertar em nós a natureza, “semelhante ao céu”, da nossa mente, para conhecermos aquilo que realmente somos, a nossa consciencia pura e imutável e subjacente à totalidade da vida e da morte.(…)”  ~ V. S. Rimpoche, O Livro Tibetano da Vida e da Morte

Com a meditação, em Nós reconhecemos o Silêncio irrefutável da nossa Natureza, um ponto de Luz que é Alma, Consciência silenciosa que vibra apenas e emite luz. É Silêncio. Aí nesse estágio fica mais fácil entrar o Vazio. E aí fica mais fácil fluir..nesse Vazio, livre de pensamentos, emoções, lembranças e projecções para o futuro.
E no Vazio tudo É porque nele nos (re)encontramos na plenitude do nosso Ser, silenciosos e livres.

 

“The Silence you experience between each tought is your own fullness, the same fullness that is pure Consciousness.”

M.S.

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